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Papão tem hoje a chance de uma conquista nacional

Polícia
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Sábado, 29/06/2013, 09h22

Ladrão mata menino de cinco anos

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Um menino de 5 anos, o boliviano Brayan Yanarico Capcha, foi morto com um tiro na cabeça, nos braços da mãe, durante um assalto à casa onde morava, na zona leste de São Paulo.

A mãe de Brayan, a costureira Veronica Capcha Mamani, disse que os ladrões ameaçaram os moradores, insatisfeitos com os R$ 4.500 entregues, e se irritaram com o choro do menino.

“Me ajoelhei, abraçada ao meu filho. Meu filho dizia “não me mate, não mate minha mãe”. Mesmo assim, ele atirou”, contou Veronica.

O menino foi levado ao pronto-socorro do Hospital São Mateus pelos próprios pais, mas não resistiu aos ferimentos.

À tarde, quatro suspeitos foram detidos para averiguação. O secretário de Estado da Segurança Pública, Fernando Grella, disse que a polícia dará “prioridade absoluta” à investigação do caso.

Segundo a polícia, um grupo de seis assaltantes invadiu a casa quando um tio de Brayan estacionava na garagem, chegando de uma entrega de roupas. No imóvel moravam 11 bolivianos (quatro casais de costureiros e três crianças).

Os assaltantes se dividiram, renderam os moradores e levaram todos para o quarto do costureiro Glover Chocamani, 23. “Eu assistia TV com minha mulher e a minha filha quando eles entraram.”

A mãe de Brayan entregou R$ 3.500. O cunhado dela, abordado na garagem, entregou mais R$ 1.000. A polícia acredita que os ladrões esperavam encontrar mais dinheiro no local.

Dos seis criminosos, cinco usavam capuzes. Dois deles portavam revólver e os outros, quatro facas.

PROTESTO

No final da tarde, um grupo de pelo menos cem bolivianos participou de um protesto contra a morte de Brayan em frente ao 49º DP (São Mateus).

O grupo exibia cartazes pedindo justiça e uma bandeira da Bolívia. Alguns manifestantes tentaram agredir os suspeitos que foram detidos para averiguação.

O protesto reuniu bolivianos que moram em São Mateus e também em outras regiões da capital.

“Peguei meu carro e rodei 50 km para dar apoio à família. Estou revoltado com a violência”, disse o costureiro boliviano Edwin Visaluque, 36, que mora em Caieiras (Grande SP) e soube da morte de Brayan pela televisão.

Natural da província de Omasuyos, a família de Brayan chegou ao Brasil há cerca de seis meses. Os pais do menino vieram a convite do tio da criança para trabalhar como costureiros na casa onde ocorreu o crime.

Segundo Felipe Prado, representante do Consulado Boliviano, a família de Brayan mora legalmente no Brasil e já protocolou um pedido de obtenção do RNE (Registro Nacional de Estrangeiro).

(Folhapress)

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