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Sexta-feira, 14/05/2010, 14h36

Universitários vão dar aulas para escolas públicas

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Para diminuir os índices de evasão e repetência e melhorar o desempenho de estudantes do ensino médio, universitários da área de licenciatura vão dar aulas de reforço de português e matemática para cerca de 3 mil estudantes do 9º ano de 98 escolas municipais do Rio de Janeiro. A iniciativa resulta de uma parceria firmada hoje (14) entre o Instituto Unibanco e a Secretaria Municipal de Educação, no prédio da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, no centro da cidade.

A secretária de Educação, Cláudia Costin, informou que oito escolas participam do projeto desde o ano passado e os resultados são tão positivos que a secretaria resolveu estender a experiência a 90 unidades da rede.

“Essas escolas receberam um reforço muito importante em 2009 para a melhoria da qualidade da aprendizagem para o 9º ano, que é um ano crítico para o sucesso no ensino médio, e também é um ano em que se acumularam déficits de aprendizagem recorrentes da implantação da aprovação automática, ou seja, é um ano que nos preocupa muito.”

Durante o evento, houve a premiação de alunos, coordenadores e diretores de escolas e estagiários que já participam do projeto, criado em 2007, e que já beneficiou 12 mil alunos por meio de um convênio com o governo do estado.

As aulas são ministradas por alunos das universidades do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Estácio de Sá, Castelo Branco, Veiga de Almeida e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), instituições parceiras na iniciativa.

As classes de reforço são formadas por até 30 alunos, que têm carga de estudos de quatro horas semanais. Para os universitários, a experiência vale como estágio supervisionado ou atividade complementar.

Para exercer a função, eles recebem uma bolsa-auxílio do Instituto Unibanco. (ABr)

Comentários Recentes

  • COMENTARISTA disse: Comentário postado em 16/05 Domingo às 12:27h "Mas eu já imaginava que a qualidade da educação ia entrar em decadência, após a eleição do LULA para a Presidência . A qualidade da educação no Brasil, hoje, é a 4ª pior da América do Sul, segundo dados recentes. Deixem eu contar um caso para vcs: O MEU falecido pai, que Deus o tenha em um ótimo lugar, foi um homem que em vida, conseguiu, muitas coisas boas, mesmo sem ter estudo. Ele só cursou até a 4.ª série do fundamental. Porém conseguiu um ótimo emprego, com ótimo salário porque na, prática o homem era expert no trabalho, aprendeu e sabia tudo. Ensinava até engenheiros da empresa onde trabalhava. Por causa disso ele, curiosamente, ou ignorância, não dava valor aos estudos. E se fosse por ele eu e meus irmãos não tínhamos terminado nem o ensino médio. Com ele o que importava mesmo era a prática, e isso ele conhecia no ramo em que executava. Guardadas às devidadas proporções, o exemplo do LULA é semelhante. O LULA é um cara que conseguiu tudo na vida, inclusive, ser Presidente da República sem ter estudo. Foi deputado, e ainda assim muitas das suas despesas eram custeadas por por partidários, metalúrgicos ou simpatizantes.É natural, que gente assim não dê valor a educação"
  • COMENTARISTA disse: Comentário postado em 16/05 Domingo às 11:16h "Anônimo, eu desconheço esses dados do ENADE, e além disso, quem fornece esses dados é muito suspeito para falar. É tão suspeito quanto o Roberto sena do DIEESE falar sobre economia e emprego aqui no Pará, onde ele vai sempre dizer que está aumentando nesses tempos a oferta de emprego. Também pudera, ele é do lado da governadora. Mas o que temos visto, diariamente, são pessoas cada vez mais desempregadas e necessitadas pedindo e vendendo tudo o que podem em empregos informais, como nunca se viu. E eu concordo com o Jair, o melhor ensino era o do competitivo de antigamente, onde o que faltava era estrurar um pouco mais os ensinos fundamental e médio e aumentar a oferta de nível superior nas universidades públicas. No mais deveria-se continuar a concorrência, para medir pelo menos a força de vontade de cada um. Mas, hoje, nesse modelo petista, o que a gente vê, são pessoas fazendo carnaval com diploma superior, em quase todos os cursos, porque agora, universidade por computador, o aluno vai uma vez em 15 dias na universidade e depois de 2, 5 anos recebe o diploma de bacharel. Esse projeto petista de reserva de vagas para silvícolas, negros, pessoas com deficiencia e ridículo, è PT"
  • anonimo disse: Comentário postado em 15/05 Sábado às 06:48h "Jair!!! Os dados do Enade provam que os alunos do ProUni têm desempenho acadêmico muito melhor do que os seus equivalentes da rede pública e estágio é para os melhores. Além disso, aluno ProUni custa 10% ao erário do que custa o seu similar em universidade pública, portanto, deveriam era fechar os cursos de universidade pública em que tivesse similar em privada, o que mais serve para sustentar docente vagabundo e economizar esse para distribuir mais bolsa famíla."
  • Anonimo disse: Comentário postado em 15/05 Sábado às 06:42h "Deixa eu vê se entendi. os formados não conseguem ensinar as crianças nem a calcular 2 + 2 . Agora os que ainda nem se formaram vão conseguir? O Brasil e as suas piadas prontas.... O nosso problema não é falta de professor formado, mas formação docente debilóide, como acontece na UFPA com o cara cursando disciplina com apenas dois dias de aulas, como aconteceu nos cursos comprados pelo Estado no governo Jatene."
  • Jair disse: Comentário postado em 14/05 Sexta-feira às 16:29h "Iniciativa louvável. É de decisões como essa que o Brasil precisa. E não dirigentes fazendo piadinhas dizendo que não sabe das falcatruas que seus partidários fazem e também inventando medidas que favorecem uns e prejudicam outros como o sistema de cotas que é inconstitucional e coloca na Universidade quem não sabe e deixa de fora quem sabe. Quem, mesmo com dificuldade, paga um colégio barato, mesmo com melhor nota, não entra na Ufpa, porque um estudante de ensino público ou de uma raça, que paga cursinho caro por fora, tem mais direito como cidadão brasileiro que o outro, mesmo com menor nota. Todos sabem que a solução era ensino público de qualidade e competitivo como era no passado. A ditadura comunista atual no Brasil impede, na marra, que o classe média frequente as universidades públicas. Até em estágios em órgãos federais não existe mais prova para acesso. Na Caixa Econômica Federal, estágios na área de Direito só para os já benefiaciados estudantes do Prouni. Acordem brasileiros! Estamos retrocedendo na democracia com esse governo pseudosocialista. Onde os dirigentes corrompem a massa com medidas paliativas para lhes garantir o poder com voto dos inconscientes. "
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