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Domingo, 20/06/2010, 09h35

Belém assiste ao fim das livrarias

Comentários Recentes

  • Euvaldo Cotinguiba Gomes disse: Comentário postado em 29/06 Terça-feira às 11:03h "Olá todos,

    Infelizmente temos que ler e escutar asneiras de pessoas totalmente (ig)norantes sobre a realidade de mercado em que nos encontramos, triste ler argumentos relacionados a preços e modernização quando se discute o encerramento de uma atividade como a dos pequenos livreiros espalhados pelo Brasil. A realidade de fechamento de livrarias pelo Brasil vem acontecendo há anos e somente os mais resistentes tem aguentado a situação a que estamos impostos. As grandes redes concedem descontos porque exigem dos editores descontos exorbitantes, impõem ao mercado um preço de capa distorcido, pois exigem daqueles que se sujeitam a lhes fornecer descontos mínimos em torno de 50% a 60% para que possam financiar sua disputa de mercado desleal com os pequenos, temos de 20% a 40% no máximo. Como competiremos se temos situações tão diferentes? Como podemos disputar com quem tem seus negócios financiados por grandes bancos nacionais enquanto não conseguimos créditos mínimos para o fluxo de caixa se quer? Como enfrentaremos a ditadura do mercado e dos "best books" feitos para vender milhões e emburrecerem cada vez mais os desavisados que os lêem?
    Abraços aos resistentes da Jinkings"
  • Raimundo Costa disse: Comentário postado em 24/06 Quinta-feira às 16:23h "É realmente uma pena para Belém, a Jinkings fechar. Eles fizeram uma reforma e até abriram (acho que no ano passado ou em 2008) um belíssimo e romântico café, onde faziam uns saraus literários muito interessantes, que frequentei umas três ou quatro vezes. Enfim, tentaram... Mas o público prefere mesmo é comprar porcarias; os livros - e a cultura - ficam sempre em último plano.
    A Jinkings vai fazer falta, se fechar mesmo.
    "
  • Julio Baptista disse: Comentário postado em 23/06 Quarta-feira às 19:46h "Uma pena a Livraria Jinkings fechar. Como D. Isa disse, gerações se alimentaram dos livros, que eram generosamente parcelados. Uma pena que as livrarias tradicionais, criadas por intelectuais importantes como o Jinkings, tenham dado lugar aos supermercados repletos de bobagens. A Jinkings ficará para a história, os oportunistas passarão, lembrando o poeta Mario Quintana. Saudações, dona Isa!"
  • marcos andre costa disse: Comentário postado em 22/06 Terça-feira às 09:13h "há pouco tempo, procurei em Belém o livro "guia políticamente incorreto da história do brasil". Pra começar, ele nao existia em quase nenhuma livraria - nem mesmo nas dos shoppings. Depois, encontrei na fox video - a R$ 40,00. Pesquisando na Internet, comprei por R$23,90 - com frete grátis. Ou seja: esperei por uma semana e já estou com o livro. Apesar da evidente realidade que a Internet representa, o pessoal daqui insiste em tentar fazer com que nos vejamos numa ilha. a coisa mais fácil, hoje, é fazer comparação de preços. mas os comerciantes de Belém nao se atualizam... só querem saber de reclamar. Tratam os clientes como se fossem idiotas, desantenados da realidade. assim, realmente, fica difícil crescer. E isso sem falar no site "mercado livre". Eu, por exemplo, hoje, já nao compro quase nada em Belém: tudo é mais caro, defasado, e os atendentes de loja quase nunca conhecem o produto que vendem, ou sabem dar informações seguras sobre um produto. sinceramente, só lamento pelo lado cultural. mas que isso sirva de lição para outras lojas daqui. Quero ver quando magazines imensos como o extra e o wal-mart aportarem aqui. Yamada que se cuide..."
  • georgia gomide disse: Comentário postado em 22/06 Terça-feira às 08:57h "a reclamação dos donos de lojas é apenas um dos lados da questão. Na nossa visao (de clientes) falta também dinamismo dessas empresas - que passam anos adotando as mesmas táticas comerciais, nao se repaginam ainda que o mercado mostre essa necessidade. Se o usuário de hoje compra pela Internet, por que, por exemplo, a Jinkings nao criou um site? Além disso, ha a questao dos preços: tudo, aqui em Belém, é mais caro do que o mesmo produto vendido em lojas como o "submarino" e a "americanas virtual", por exemplo. Sem contar a evidente defasagem tecnológica: o que é novidade sempre demora a chegar aqui. Experimente comparar o preço de uma lcd no magazan, por exemplo, e no "submarino". é a regra do mercado: quem nao se atualiza, nao se qualifica, vai à falência. nao adianta ficar só reclamando..."
  • ARMANDO MALATO disse: Comentário postado em 21/06 Segunda-feira às 21:44h "O grande problema é que nossos empresários tradicionais, não acompanharam a evolução dos tempos, mantendo a mesmo modêlo de comércio que hoje está ultrapassado, além da concorrência em prêços e o estacionamento de seus acêrvos.
    Hoje, compro meus livros, confortavelmente de dentro de casa, através da Internet, por prêços 3 vêzes menores do que em qualquer livraria convencional, com a vantagem adicional de recebe-lo em casa. A Internet, lhe dá a possibilidade de entrar, em poucos minutos, nos acêrvos de todas as livrarias e sebos do Brasil, onde se consegue comprar raridades que jamais alcançariamos por outros meios; por prêços irrisórios, sem ficar sujeito ao mau humor, alienação e desatenção dos atendentes das antigas livrarias."
  • Arthur disse: Comentário postado em 21/06 Segunda-feira às 15:33h "E o pior é que as pessoas para quem eles devem (e são dívidas muito grandes) pelo jeito nunca receberão, depois que a livraria fechar!!!"
  • Alcindo Fernandes disse: Comentário postado em 21/06 Segunda-feira às 00:29h "alcindofernandes@ig.com.br"
  • Duarte disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 23:11h "É lamentável, mas a pouco tempo, comprei um livro pela internet a R$ 20,00 enquanto em uma livraria de Belé ele saia por R$ 76,00!"
  • Caxias disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 22:31h "Sempre fui amante da leitura e de livros. compro através dos catalogos da editora record e outras mais. Os livros em Belém são muito caros. Quantas vezes adentrei a Jinkings para ver as novidades e se possivel adquirir um autor paraense. Mário Faustino, Lindanor Celina, Benedito Nunes, Max Martins, ... mas eram mais caros ainda... e saía frustrado e lamentando. que afora os livros distribuidos nas escolas públicas os de livrarias são para a burguesia, as vezes saía até irado; com um pensamento: " a ração do pobre é outra"."
  • Seu Pedro disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 21:15h "
    (...)

    A diferença é que lá os livros ficam expostos em prateleiras afixadas pelo lado de fora pra qualquer um levar pra casa, ler e depois devolver. Quanto paga? Nada, é tudo de graça.

    Dezenas dessa livrarias estão espalhadas nas paradas de ônibus do bairro. E diferentemente do que se poderia pensar o acervo não diminui, ele aumenta. Os leitores, satisfeitos com a gratuidade fazem novas doações.

    Fui apresentado ao dono que me contou como todo começou. Logo lembrei de algumas centenas de livros que tenho e voltei com vontade de encontrar alguns malucos pra discutir um projeto semelhante aqui em Belém.

    Bem, pra entender melhor essa história de açougue, livraria de graça e Zélia Dunkan, o melhor mesmo é dar uma olhada no site do Açougue Cultural T-Bone e se deliciar com o que rola por lá. http://www.t-bone.org.br/

    Viva Saramago!


    Pedro
    seupedro2@yahoo.com.br


    "
  • Seu Pedro disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 21:09h "Notícia triste essa. Busco na memória umas lembranças boas pra compensar.

    No início do milênio, perambulando pelos Andes vi camelôs em La Paz e Cochabamba vendendo livros em bancas de rua. Baratinhos, comprei alguns.

    Em 2007, vagabundando por Buenos Aires, entrei na livraria “El Ateneo”, aquela da Florida próximo a Corrientes. Lá, além de livros, vi muito CD e DVD.

    Fiquei lá o dia todo. Ficaria mais. No restaurante da livraria tive que enfrentar fila. Muitas pessoas vieram das redondezas só pra almoçar.

    Não cheguei a ir na outra “El Ateneo”, aquela gigante que funciona num antigo teatro. Mas atravessei o Rio de la Plata e fui até Montevidéu. Novamente vi muitos livros baratos. Comprei alguns, ainda não lidos.

    Recentemente, estando em Brasília, um casal de amigos me levou para assistir um show da Zélia Duncan... num açougue, isso mesmo, num açougue. Bem, na verdade é um açougue mas também é uma livraria. É livraria mas também é um espaço cultural. Caraca! Será que estou sendo claro?

    A diferença é que lá os livros ficam expostos em prateleiras afixadas pelo lado de fora pra qualquer um levar pra casa, ler e depois devolver. Quanto paga? Nada. (...) "
  • Eu mesmo disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 19:33h "Eu compro livros no shooping, ou na internet na maioria das vezes"
  • Mara Elly disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 19:20h "Bom,creio que há público sim,o que falta mesmo é livraria de qualidade,como a FNAC,onde se encontra uma gama de opções para todas as faixas,além de outros serviços."
  • NAZARENO SANTOS-ITAITUBA disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 18:28h "na condição de escritor fico muito triste em saber que mais uma livraria está na iminência de fechar as portas. O livro está caro, as pessoas se viciaram em internet,os empresárioso do ramo não se reciclaram?.Mas a averdade é que realmente muita gente foge de um livro como o diabo da cruz. nas escolas raramente vemos um jovem lendo espontaneamente um bom autor brasileiro.Agora se numa capital como Belém que tem universidades, muitas escolas isso está ocorrendo e nos interiores que nem livrarias tem?Vou torcer para que a livraria não feche."
  • André Costa disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 18:20h "Esses comunistas enriqueceram no capitalismo e agora estão reclamando. Aliás, eles faliram porque começaram a financiar publicações do partido que ninguém quer comprar. Por que eles não doam os livros para bibliotecas? Não! Preferem vender como papel! Isso é o comunismo: dividir só o que é dos outros."
  • sérgio disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 14:13h "A notícia revela 2 fatos:
    1º- Os tempos mudam e com ele, os hábitos culturais das pessoas. Com o advento da internet, era questão de tempo que isso acontecesse, e eu não acho que o novo local para onde outras livrarias migraram (shoping center por ex) tenha sido a saida. Acho que elas também estão com os dias contados por causa do 2º fato que é ...
    ... 2º- O brasileiro, que já não tinha o bom hábito em ler, desinteressou-se mais ainda por essa prática. Resumindo, ele está cada vêz mais aculturado e só o que lhe chama a atenção em ler é notícia de futebol e página policial.
    Somos cada vêz mais um país sem conteudo, a começar pelo presidente que temos."
  • Ocimar Amorim disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 12:59h "As livrarias assim como muitos empreendimentos aqui em Belem se perdem por falta de visão de negocios. A maioria dos empresarios são conservadores,desatentos as mudanças de mercado por isso que livrarias tradicionais e locadoras estão fechando as portas. Justamente por serem tradicionais enquanto o mundo de hoje exige inovação para se sobreviver."
  • narciso disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 12:55h "Na verdade esse povo "velho" ficou perdido no tempo. Investimento e modernização seria uma das curas, aliás, se o leitor agora compra pela web pq entao nao procuram vender pela web? hj queremos comodidade, e sair de casa gera graves transtornos como engarrafamento, assalto, falta de estacionamento e ainda temos que esperar os atendentes estarem de bom humor, senão....nem pergunte pelo livro pois antes mesmo ele dirá q nao tem! nao seria melhor comprar e receber em casa sem ter q passar por tudo isso? é bem melhor! e quem nao pensa assim fecha as portas! isso nao significa q lemos menos pois nunca se vendeu tanto livro no Brasil a pesar de ainda ser pouco!"
  • Carlos disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 11:15h "Isso é uma demonstração de como a população de Belém não valoriza a literatura ou estudos. Um exemplo disso é a grande "invasão" de pessoas de outros estados "tomando" vagas dos paraenses em universidades e em grandes concursos. Uma pena ver uma biblioteca fechar, ou seja, fecha uma biblioteca, fecha mais um canal de cultura para a população. Lamentavel."
  • Sales disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 10:55h "Ahhh pessoal o que falta pra Belem sao livrarias de qualidade, grandes livrarias mesmo..onde o leitor possa foliar as paginas sem ser incomodado por um vendedor, onde possa se sentar confortavelmente. Aqui todo mundo age e pensa como se vivessemos numa Provincia... Modernidade pessoal... A Saraiva tem livrarias que o leitor é realmente bem tratado, induz a pessoa a ler e a comprar, se em capitais como Sao Paulo e Manaus deram certo porque aqui ficamos chorando por antiguidades que nao se modernizaram e so servem para ser museus!!!"
  • Fábio disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 10:46h "É realmente triste ver que um pedaço de nossa hstória se vai. Outras boas livrarias infelizmente não resistiram aos novos tempos como a Nossa Livraria e a Ponto e Vírgula onde sempre encontrávamos mais que os livros, os amigos que também tinham o mesmo (bom) vício da leitura. Lembro-me da vanguarda da livraria Jinkings que me proporcionou adquirir livros de Engenharia de origem russa escritos em língua espanhola e tantos outros livros que ainda me acompanham até hoje. Já fui por lá neste período de desconto salvar alguns amigos (livros) deste destino triste. Agradeço, em nome dos apaixonados pela leitura em Belem, à Dona Isa e ao Seu Raimundo Jinkings pela vida de dedicação a esta causa nobre."
  • Ricardo Castro disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 10:42h "E pensar que em minha infancia e adoslescencia essa livraria era obrigatória. A gente fica triste pelo fechamento. Agora porque uma livraria desse porte não se adaptou aos shoppings?"
  • si disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 10:36h "Eu vejo aki em Belem que a grande massa da população não gosta de ler sequer um aviso,um jornal imagine um livro?As pessoas gardam dinheiro para acessar internet em cybers para acessar orkut,twirtter,mas não faz isso para comprar um livro,umjornal ou uma revista.Não é a toa que as universidades publicas dão muitos zeros em redação por um motivo:a falta de leitura de novos vestibulandos."
  • DOMINGOS disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 10:28h "Talvés não tenha sido Belém que tenha fechado a Jinckings, mas a Jinckins que não tenha aceitado se adpatar à nova e moderna Belém, portanto ela se fechou para Belém. Ficou para trás.
    Público e cliente tem, mas hoje não se espera por eles, vai-se em sua caça, onde quer que frequentem."
  • Edilza Pinheiro da Rocha disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 10:15h "Uma pena mesmo o fechamento dessa livraria.
    Estou triste pela tristeza de dona Isa e por constatar que o "paraense" realmente não dá muito valor à literatura como deveria. Sou dona d eum blog literário e me pergunte quantos paraenses me segue? Dá para contar nos dedos. Agora me pergunte quantos de fora me segue? que curte minhas resenhas e todas as dicas de livros por lá? mais de 800 pessoas.
    O livro é o meu segundo oxigênio.
    www.ediverdade.blogspot.com"
  • Paulo da Silva disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 10:00h "Fico triste, lá ainda estão livros raros, que não se encontra em qualquer livraria, esta semana perdemos um grande escrtitor, perderemos em breve uma excelente fonte de bons livros e um local histórico para a literatura belemense e paraense. "
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